Blog do Fabrício Viana

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FÉRIAS E SEGUNDA LUA DE MEL!!!

31/03/2007

Hoje eu e o Alex estamos indo para Fortaleza - CE, passaremos 7 dias lá, tudo esquematizado pela CVC. Só estou preocupado com essa bagunça no Aeroporto. Mas sem problema! Só voltaremos depois da Páscoa. Longe de tudo e de todos. Alias, longe principalmente de trabalho. Precisamos, mesmo descansar. Eu, mais ainda!
 
Chegando lá, um dos lugares que quero conhecer é o Beach Park. Segundo um grande amigo (inclusive, ele quem recomendou Fortaleza), o Beach Park é sensacional. Estive olhando o site e realmente, parece um paraíso!!
 
Sem falar nas praias e todo o restante.
 
Bom, agora preciso correr. Arrumar as malas com o marido e partir. Quem sabe poste algumas fotos aqui mais tarde, não? :-)
 
Voltamos dia 09/04, depois da Páscoa... até lá, e-mail, orkut, msn, venda de livros, tudo "congelado"... :-)


Escrito por Fabrício Viana às 12h27 Envie

Prazer em escrever e produzir vídeos...

29/03/2007

Pois é, tem duas coisas que eu venho me apaixonando cada vez mais nos últimos anos, que são produzir vídeos e escrever colunas, textos e artigos. Alias, o prazer em escrever é tão grande que hoje comecei a pegar firme no segundo livro. Desta vez irei falar sobre a potência orgástica. A potência do orgasmo, do gozo e do prazer supremo (ou que deveria ser para a maioria das pessoas). Esta ficando bem interessante. Acredito que va fazer tanto sucesso quanto o primeiro. Logicamente não sou eu quem irá decidir isso e sim os leitores, então, tenho que caprichar!

Entretanto, como falei com um novo amigo estes dias ao telefone, Kadu Lago, também escritor, não tenho pretensão alguma de produzir obras literárias, com finalidade de ganhar prêmios ou algo neste sentido, dentro desta área. Mas sim de escrever e passar conhecimentos de coisas interessantes e que, de certa forma, possam agregar algo na vida das pessoas. Minha meta, para terem idéia, é ter mais ou menos uns 5 livros publicados daqui 5 anos. Tema e assunto não faltam. A única barreira que tenho é meu envolvimento com tantas outras coisas. E ai entra também a produção de vídeos.

Para quem não sabe, A TVTudo, que é um dos meus projetos (hoje parceira do Mix Brasil), começou em 2004 sem grandes pretensões. Com o passar do tempo e com a experiência adquirida, mesmo sem nunca ter cursado uma faculdade de rádio, TV ou jornalismo, acabei aprendendo muitas coisas desta arte "multimídia". Meses atrás, por exemplo, testei meus limites de aprendizagem e produzi, junto com o Alex, um documentário sobre os 10 anos da Parada GLBT de São Paulo. O resultado final? 10 minutos de imagens e depoimentos de celebridades sobre o maior evento gay do mundo. O que me assusta nisso foi a qualidade de todo o trabalho. Bastante profissional mesmo. Ficou tão maravilhoso que, se eu tivesse mais tempo, e principalmente investimento financeiro, eu produziria vários documentários sobre diversos temas da comunidade GLBT. Enquanto isso não acontece - sim, um dia irá, tenho esperança - vou me contentando na produção dos vídeos da TVTudo e na futura produtora que em breve criará formas. Alias, quem não conhece a TVTudo, entre neste link e assista as entrevistas: www.tvtudo.com. Já passaram por mim Maitê Schnneider, André Fischer, Léo Aquilla, Silvetty Montilla, Dolly e Dolly, Deco Ribeiro, Erik Galdino, Paulo Branco, Fernando Quaresma, Valéria Busin e tantos outros. E toda semana tem um vídeo novo.

Mas, diante disso, fico pensando o quanto é interessante a mudança de carreira e área na minha vida. Estudei e me formei em psicologia para trabalhar com RH, antes de me formar, acabei sendo gerente de negócios e marketing, comecei a cursar pós em marketing, não terminei, mudei de área, parei, comecei a trabalhar com TI, depois a escrever, depois a mexer com vídeo, atualmente com servidores e recentemente um amigo me chamou para ser sócio em festas temáticas. Resumindo. Parece que o que me disseram estes dias no MSN, que todo canceriano é indeciso no sentido de querer fazer um pouco de cada coisa, é certo. Mesmo que eu não acredite nisso, o resultado esta ai: eu me desdobrando, gostando, e fazendo várias coisas ao mesmo tempo.

Se isso é bom ou não. Não sei. Até o momento está sendo. Pelo menos, faço tudo com muito prazer. E isso é importante...

 
Abs,
Fabricio


Escrito por Fabrício Viana às 02h13 Envie

Queremos aprovação!

25/03/2007

Existe um projeto que criminaliza a Homofobia em todo territorio nacional.

Quem puder ajudar, por favor, entre lá e participe.

Basta ler, preencher com nome e e-mail e enviar. Apenas isso! 

CLIQUE AQUI E PARTICIPE!
 
Temos poucos dias.

E precisamos, realmente, que este projeto seja aprovado!

Abs,
Fabricio


Escrito por Fabrício Viana às 16h39 Envie

Não divulgaram sua festa? Saiba o que acontece na mídia...

22/03/2007

Anos atrás, mandei um release para um jornal esperando que eles fizessem uma matéria ou soltassem uma nota sobre um projeto meu sem fins lucrativos. E nada foi publicado. Isso se repetiu com outros projetos e outras mídias, ao longo dos anos. Por vários momentos achei que o problema era comigo.

Com o passar do tempo, e a maturidade conquistada, eu passei a ver isso com outros olhos. Percebi que o problema não era na relação deles com a minha pessoa e sim do veículo com as prioridades internas dele mesmo.

Aquelas mídias grandes, por exemplo, são baseadas em pautas e tudo gira em cima “do interesse deles”. Se a pauta for daquele assunto, ótimo, você está dentro. Se não, você é indiretamente jogado para a área comercial. Quer falar do seu serviço ou produto? Como não temos interesse, anuncie ou compre seu espaço (o que não deixa de ser justo!).

Quando o pensamento não é puramente capitalista, o problema torna-se outro. A boa intenção do veículo em ajudar em determinados assuntos acaba gerando diversos pedidos, sobrecarregando-o de temas e assuntos.

Como tenho contato com alguns editores de portais GLS, e a gente conversa de vez em quando, sabemos o quanto é comum um promoter, de qualquer cidade, escrever pedindo divulgação de sua festa achando que ela é a única festa “grandiosa” existente no mundo. Sem se dar conta que a festa dele é apenas mais uma das centenas, ou milhares, que acontecem naquele final de semana. Não sendo possível sua divulgação.

E é neste momento que um problema aparece. Pequeno, mas aparece. Pois aquele sentimento de amor ao veículo transforma-se em ódio. Pelo fato da festa não ter sido divulgada, “eles não prestam”, “eles são péssimos” e por ai vai indo. Me recordo até de um garoto, que eu só conhecia da noite, que passou por isso e depois de semanas me disse: “Vou processar o portal XXXX! Publicaram uma foto minha na Parada Gay e eu to precisando de dinheiro!”. Alias, hoje em dia temos uma tendência (das “poc poc”) em querer processar algo ou alguém não por ferir seus direitos, mas sim por tentar “ganhar algum extra” na custa do trabalho dos outros. Lamentável.

Mas ai é outro problema.

O que quero dizer aqui, é o quanto as pessoas precisam ter consciência das coisas. Do que acontece, realmente, na mídia. Outro dia uma garota parou de falar comigo só porque eu não a ajudei na divulgação de um “portal inovador”. Em momento algum ela parou pra pensar que, os sites que tenho, só eu e um amigo atualizamos e, além de atualizar raramente, não temos tempo para fazer divulgação de tantas coisas que nos pedem. Só uma e outra e olhe lá. Temos nossos limites.

 

Mas, da mesma forma que nós temos nossos limites, outros veículos também.  

 

E é isso que precisamos ter consciência. Existem veículos, ou temos um veículo, sim. Porém, não dá pra agradar tudo e a todos. E muito menos ficar com raiva por ter sido “esquecido” ou “não divulgado”. Outro exemplo que me recordo agora é de um carro na Parada Gay de São Paulo e que não foi muito citado em uma matéria de um veículo. O dono desta empresa me disse que não foram citados porque “era algo pessoal” . Eu fiquei pensando comigo, será mesmo? Vamos pensar, a Parada Gay tem mais de 20 carros todos os anos, no evento acontece de tudo um pouco, com uma infinidade de fatos para serem cobertos. Dos 20 carros, se falou pouco do dele, no meu entender, FOI MUITO. Diante de tantas coisas.

 

Porém, na cabeça dele, é “algo pessoal” e ninguém tira isso de lá.

 

E por esta e outras coisas que precisamos “entender a mídia” e o que acontece por trás dela.

 

Se sua festa, peça de teatro, nota, e tantas outras coisas não foi divulgado, citado ou comentado, PACIÊNCIA. Não fique imaginando coisas. Lembre-se que tudo, e todos, tem suas prioridades na vida e que sua nota, provavelmente, foi só uma no meio de tantas outras.

 

Abraços,

 

Fabrício Viana


Escrito por Fabrício Viana às 17h52 Envie

E você, faz alguma coisa? Ou só reclama?

Dia 14/03 agora, quarta-feira, teremos uma manifestação em São Paulo em frente à Câmara dos Vereadores, no Viaduto Jacaréi, 100, na região central, às 14h. O protesto originou-se graças ao recente veto de uma lei que pune a homofobia, aprovada pelos vereadores mas recusada pelo atual prefeito da cidade Gilberto Kassab.

Do meu ponto de vista, a não aprovação desta lei não só prejudica a luta por nossos direitos como também fere diretamente os direitos humanos, potencializando a disseminação de crimes de ódio envolvendo a orientação sexual. Algo muito mais freqüente do imaginamos.

 

Porém, eu fico pensando, será que tantas pessoas que eu vejo em listas de discussões na Internet reclamando de ONGs gays, reclamando da Parada Gay (por se parecer um carnaval) ou publicando longos textos em comunidades do Orkut sobre homofobia estarão presentes nesta manifestação? Acredito que não.

 

Eu já tenho, modestamente, uma vivência muito grande com a web e sei o quanto cômodo é sentar na frente de um computador e ficar reclamando do mundo e das coisas. Já vi muitas pessoas fazendo isso. Mas colocar a mão na massa, fazer algo, lutar por nossos direitos de forma mais efetiva são poucas e, para piorar, estas poucas ainda são cobradas e crucificadas. Os militantes sabem muito bem disso. Qualquer problema são “eles que tem que resolver”. E sozinhos! Como se todos não tivessem vida pessoal ou, como se todos recebessem fortunas para fazer o que fazem. Isso é ridículo.

 

Eu já escrevi artigos e textos sobre "criticar por criticar" sem "fazer nada para melhorar" em diversos lugares. Recentemente, troquei e-mails longos com o Tiago, um blogueiro aqui do Mix, após ter lido seu post sobre "Parada, Não!". Nossa conversa, e meu tempo investido, rendeu resultados, ele escreveu outro texto com o título "Parada, Sim!". Obviamente não porque eu pedi, mas por ter conseguido - de alguma forma - mostrar a ele outras formas de visão da Parada Gay (segundo Beto de Jesus, um dos fundadores da parada, até o carnaval é um evento político, pois move diversas camadas da sociedade em torno de um tema em comum – então precisamos ir e participar sim!). E isso é importante porque, com este segundo texto publicado pelo Tiago, ele não só demonstrou seu bom senso como também utilizou um espaço muito importante dentro de um grande veículo, fazendo algo que muitos não fazem.

 

E este é o foco principal: MUITOS NÃO FAZEM. SÓ CRITICAM E RECLAMAM.

 

Claro que ninguém precisa levantar bandeira, ser militante, lutar por nossos direitos. Cada um faz de sua vida o que bem entender. Porém, a partir do momento que você não faz nada para ajudar, no meu ponto de vista, VOCÊ PERDE automaticamente o poder de reclamar. E a pergunta para quem critica ou reclama que devemos fazer é bem simples, "Você reclama, mas o que você faz para melhorar?". Nada? Então você faz parte daquele grupo - gigantesco - que nada agregam nesta grande batalha. Nem para os homossexuais e, muito provavelmente, nem para a sociedade. Pessoas reclamando, de tudo e todos, temos de sobra. Gente fazendo algo, temos poucas.

  

Acho que passou da hora destas pessoas pararem de reclamar e se tornarem mais presentes na construção daquilo que é seu objeto de reclamação. A homofobia existe e muitos homossexuais são mortos só por serem homossexuais? FAÇA ALGO NESTA QUARTA-FEIRA. Não espere você ser agredido ou quase morto para, só depois disso, começar a fazer algo! 

 

A hora é essa!

 

Fabrício Viana


Escrito por Fabrício Viana às 17h43 Envie

Minha participação na Ana Maria Braga

Vejam como sou lesado. Só porque não assisto TV imagino que ninguém mais assistia. Principalmente durante a semana, por volta das 8 da manhã onde, na minha cabeça, ou as pessoas estão indo trabalhar ou estão em casa dormindo.
 
E é ai que me engano.
 
Depois da matéria sobre homossexualidade realizada no programa Mais Você da Ana Maria Braga (28/02/2007), onde participei dando um depoimento, meu telefone de casa não parou de tocar, meu três perfis que tenho no Orkut pipocou de recados e minha caixa de e-mails sobrecarregou.
 
E até hoje tem gente me mandando recados no Orkut porque viram o vídeo on-line na Internet, tanto no site da Globo quanto no Youtube (no Youtube, procure por "ana maria homossexualidade" e assista a 1º parte).
 
Claro, eu já tinha dado entrevista, a maioria ao vivo, em diversos programas de TV mas, até então, em nenhum com repercussão nacional. Nenhum monstruosamente visto por grande parte da população. Como eu disse no vídeo, o fato das pessoas saberem sobre a minha homossexualidade não muda nada minha vida e nem a vida delas. Entretanto, no meu bairro onde moro, por exemplo, já fui parado umas 5 vezes por vizinhos que, simpaticamente, soltaram frases do tipo "Você esta famoso hein?", "Era você mesmo lá na Ana Maria?", "Parabéns pela coragem, parabéns mesmo!", entre muitas outras. E falo de famílias, adolescentes e até desconhecidos na rua. As pessoas me olham e comentam de forma positiva.
 
Eu sempre dou risada. Principalmente quando me dão os parabéns "pela coragem". Coragem de quê? Coragem de ser quem eu realmente sou? Acho tudo isso muito engraçado. Dou risada da situação em si. Ainda mais nesta sociedade louca em que vivemos onde poucos - até mesmo os heterossexuais - conseguem ser quem realmente são. Imaginem então os homossexuais? Todos estão sempre preocupados com os outros, o que os outros vão pensar, o que os outros vão imaginar, o que os outros, os outros e os outros.
 
Lamentável.
 
Porém, a repercussão do programa, embora tenha me assustado pela quantidade de pessoas que assistiram e que ainda assistem, é fabuloso. É perfeito. Sem falar na QUALIDADE da matéria. Séria, com respeito, muito bem editada e absurdamente informativa.
 
E, quando paramos para pensar que não é todo dia que vemos algo deste tipo na TV, e ainda por cima direcionado as donas de casa, precisamos comemorar e vibrar MUITO. Torcendo para que mais programas sigam o exemplo e produzam ou incluam a homossexualidade em suas pautas. Que eles convidem pessoas que falem muito bem sobre o tema (isso é de grande importância) e de forma POSITIVA. Afinal, de forma negativa, já temos as diversas religiões, programas religiosos e todo o negativismo que a homossexualidade carrega na sociedade e no inconsciente da maioria das pessoas. Até mesmo de alguns homossexuais que vivem criticando outros homossexuais (a tal homofobia internalizada)
 
Então, parabéns a Rede Globo, parabéns ao programa Mais Você, a Ana Maria Braga e a toda a equipe que trabalhou para que o assunto tenha sido tratado da melhor forma possível. E que venham novos programas, novos convidados e novos entrevistados. Afinal, a homossexualidade existe e não é algo que acontece "lá fora". Ela esta dentro da nossa casa, da nossa família ou dentro do nosso círculo de amigos. Por isso, nada mais justo do que falarmos abertamente sobre algo tão presente em nossas vidas.
 
E eu, da próxima vez que gravar algo em um programa de rede nacional, se isso vier a acontecer (acreditem ou não mas eu recuso a participação em muitos programas ou matérias de jornais e revistas - acredito que mais pessoas tenham que ter a oportunidade de "mostrar a cara"), vou estar mais preparado para toda esta repercussão, bastante positiva para todos nós.
 
É isso ai! :-)
 
Fabrício Viana


Escrito por Fabrício Viana às 17h37 Envie

Blogando no Mix! E vamos que vamos!

É com muita alegria que começo meu blog dentro do Mix Brasil. Claro que é um pouco insano, da minha parte, ter mais um "compromisso" com esse mar de internautas GLS que habitam a web e, em especial, habitam o Mix. Minha caixa pessoal de e-mails quem o diga. Mas, para quem ama escrever, é a velha história de arrumar um tempo dentro da agenda lotada em pró das crônicas, prazeres e desprazeres da vida.
 
Sem falar que minha relação com o portal é muito antiga. Para quem leu meu livro O ARMÁRIO, vai se recordar que meu primeiro encontro virtual com este público se deu com a BBS Mix Brasil, em uma época em que a Internet não existia, poucas pessoas tinham computadores em casa e, destas poucas, raras sabiam que os micros poderiam se conectar por meio de uma linha telefônica.
 
Quem vivenciou a mesma época que eu deve sentir um orgulho tremendo em ter acompanhado de perto o desenvolvimento desta grande rede e ver até onde chegamos. E não falo só do Mix ou da democratização da informação graças a atual Internet, falo também das novas tecnologias dentro da web (eu nem mais assisto TV, só Youtube), falo da pornografia, do sexo, dos relacionamentos e, principalmente, da facilidade que temos hoje em encontrar nossos semelhantes. Pessoas que, como a gente, compartilha do mesmo desejo sexual que, querendo ou não, ainda é visto como algo proibido ou vergonhoso pela maior parte da sociedade.
 
Claro que, de uma forma geral, o panomara é MUITO BOM pois, se chegamos onde chegamos, mesmo com as dificuldades do dia-dia, o futuro só pode ser promissor. E se não for, a gente tem que fazer com que seja, mesmo que dê trabalho.
 
Então, encerrando meus pensamentos sobre o quanto tudo isso é importante para todos nós (temos que ter consciência de onde viemos, onde estamos e para onde poderemos ir), neste novo espaço, pretendo ter uma relação mais próxima com os internautas do Mix Brasil, amigos e pessoas que conhecem e acompanham meus trabalhos e minhas idéias. Publicando sempre algo descontraído, pessoal, sério ou mesmo sem muito sentido - porquê não? - para que possa ser lido e comentado por quem quiser e a qualquer hora.
 
E, obviamente, sem me obrigar a nada, apenas com a atualização deste meu novo "cantinho". Afinal, não tem nada mais decepcionante para um portal do que abrir um espaço para alguém e, com o tempo, este alguém desistir de tudo. Sim, já vi muito isso acontecer, até mesmo dentro da militância, e é algo realmente broxante. Nem Viagra resolve.
 
Então, me desejem sorte e sejam todos bem vindos. Afinal, estamos, e este título é merecido graças ao árduo trabalho do editor executivo, colaboradores e amigos, dentro do "Maior Portal da Diversidade Sexual da América Latina".
 
Abraço a todos!
 
Fabrício


Escrito por Fabrício Viana às 17h31 Envie


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